sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Tablets serão distribuídos para ao professor


O tablet educacional do Brasil.

MEC irá distribuir Tablets no segundo semestre de 2013, para o professor de Ensino Médio.


Serão 650 mil tablets da Positivo e 250 mil da CCE, em 7 e 9,7 polegadas.

As licitações foram efetuadas em 2012, e os professores terão formação para utilizar os mesmos.


Que tablets são esses?





  • Modelo de Tablet Tipo 1
Tela: LCD de 7 polegadas tipo touch multitoque capacitivo, resolução de 1024 x 600 pixels, formato 16:9
Sistema operacional: Android 4.0, Português Brasil
Processador: 1GHz
Armazenamento: 16GB (com possibilidade de expansão de até 32GB com cartão Micro SD Card)
Conectividade: Rede sem fio IEEE 802.11 b/g/n e Bluetooth 2.1 + EDR
Câmeras: Frontal VGA e traseira de 2,0MP
Medidas: 196 x 120 x 11,4mm (LxAxP)
Peso: 398g (sem a capa emborrachada)

  •  Modelo de Tablet Tipo 2

Tela: LCD de 9,7 polegadas tipo touch multitoque capacitivo, resolução de 1024 x 768 pixels, formato 4:3
Sistema operacional: Android 4.0, Português Brasil
Processador: 1GHz
Armazenamento: 16GB (com possibilidade de expansão de até 32GB com cartão Micro SD Card)
Conectividade: Rede sem fio IEEE 802.11 b/g/nTM e BluetoothTM 2.1 + EDR
Câmeras: Frontal VGA e traseira de 2,0MP
Medidas: 242 x 186,1 x 10,8mm (LxAxP)
Peso: 606g (sem a capa emborrachada)

  • O preço de cada tablet:
  • Tablet Positivo 7″: R$ 276,99
  • Tablet Positivo 9,7″: R$ 462,49 (regiões Nordeste e Sul) e R$ 461,99 (Centro-Oeste, Norte e Sudeste)
  • Tablet CCE 7″: R$ 278,90. 




sábado, 25 de agosto de 2012

Curso Aluno Integrado 2012-b - 2a. oferta

Curso Aluno Integrado 2012-b -  2a. oferta



Faça agora mesmo sua Pré-Inscrição


Para participar dessa oferta do curso, o aluno deve ser previamente selecionado pela sua escola de ensino médio inovador e realizar a inscrição no curso Aluno integrado 2012. O ambiente virtual de aprendizagem utilizado para este curso será o e-Proinfo disponível em http://e-proinfo.mec.gov.br.

Para realizar a inscrição no curso Clique aqui e siga os passos abaixo:

  • 1 - Se você já possui cadastro no e-Proinfo, efetue login e pule para o passo 5, caso ainda não possua cadastro, clique no link Cadastre-se, que será apresentado no menu lateral direito;
  • 2 - Selecione o tipo de cadastro que irá fazer, de brasileiro ou estrangeiro;
  • 3 - Preencha o formulário de cadastro, atentando-se para os itens obrigatórios e clique no botão Confirmar.
Observação:
Você precisa informar um e-mail seu, que seja válido, e durante o andamento do curso verificar as informações que serão enviadas para esse e-mail.

  • 4 - Após concluído o cadastro, informe seu usuário e senha e clique no botão Entrar;
  • 5 - Será apresentada a página de confirmação de inscrição no curso;
  • 6 - Confirme os dados apresentados e clique no botão Inscrever.;
  • 7 - Sua inscrição estará disponível na aba Inscrições Pendentes até que seus dados sejam analisados pela equipe do Curso Aluno Integrado.

Para mais informações a respeito das inscrições e utilização do sistema e-Proinfo acesse os vídeos demonstrativos e a Central de dúvidas.



Como faço para ser selecionado para o curso aluno integrado 2012?

Para participar dessa oferta do curso Aluno Integrado, você precisa estar matriculado no 1º ou 2º ano do ensino médio inovador de escola pública de ensino médio inovador e ter sido selecionado pelo responsável pela sua escola.

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sábado, 9 de junho de 2012

Ameaças sobre a Internet no Brasil

Ameaças sobre a internet brasileira


O criador do movimento software livre, Richard Stallman, participou nesta segunda-feira (4), no Palácio Piratini, do lançamento da 13ª edição do Fórum Internacional Software Livre, que será realizada de 25 a 28 de julho, no Centro de Eventos da PUC-RS, em Porto Alegre. Em um ato que contou com a presença do governador Tarso Genro, Stallman falou sobre as crescentes ameaças à liberdade na sociedade digital.

As ameaças que pairam sobre a liberdade na internet no Brasil

As ameaças sobre a liberdade na internet que pairam sobre o contexto brasileiro foram tema de uma intervenção de Marcelo Branco, logo após a fala de Stallman. Militante da causa da liberdade na internet há vários anos, Marcelo Branco apontou um conjunto de problemas e ameaças que já são reais no Brasil.
  • As empresas operadoras de telefonia, assinalou, representam hoje uma ameaça à liberdade na internet, pois querem quebrar a neutralidade da rede. Essa neutralidade significa que todas as informações que trafegam na rede devem ser tratadas da mesma forma, navegando a mesma velocidade. Trata-se de um princípio que garante o livre acesso a qualquer tipo de informação na rede e impede, por exemplo, que as operadoras possam “filtrar” o tráfego, definindo que tipo de dados pode andar mais ou menos rápido. Para Marcelo Branco, a neutralidade na rede não precisa de regulamentação. Ou ela existe, ou não existe. O grande risco, apontou, é que essa regulamentação seja feita pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) que seria “sensível” ao lobby das operadoras.
  • Em segundo lugar, Marcelo Branco apontou a indústria do copyright como outra ameaça à liberdade na internet. “As empresas que compõem essa indústria querem uma internet vigiada que criminalize o usuário. Empresas como Google e Facebook podem ser nossas aliadas neste item, mas, por outro lado, ameaçam a nossa privacidade”. Neste tema (do copyright), o ativista criticou a atual gestão do Ministério da Cultura, classificando-a como “reacionária e conservadora”.
    A pressão pela criminalização na internet vem crescendo em vários níveis. Marcelo Branco considerou um absurdo querer responsabilizar um provedor por um eventual crime cometido por um usuário. “É como querer responsabilizar uma operadora de celular por um crime cometido por um bandido que utilizou o telefone durante o delito ou para praticar o mesmo”. Ele também criticou a retirada de conteúdo de páginas da internet sem mandado judicial. “Isso é inaceitável em um Estado Democrático de Direito”.
  • Por fim, Marcelo Branco criticou a iniciativa do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) de realizar uma consulta pública sobre patenteamento de softwares. “Foi um vacilo do governo Dilma. Uma das maiores lutas do movimento de software livre mundial, foi justamente contra a implementação de patentes de software na Europa. Em 2005, a Europa rejeitou a possibilidade do software ser patenteado. Patente de software é uma ameaça a inovação, ao software livre e a liberdade do conhecimento. O Brasil não pode seguir esse caminho", defendeu.